sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Ladeira da Memória e Estácio FM

Soube pelo Luiz Antônio Mello no Facebook que a Fluminense FM - A Maldita! faria 29 anos no dia 1 de março. Ouvia a Flu principalmente quando entrei na locução da Estácio FM em 1984. Fazia o horário até as 2 da manhã e algumas músicas da programação marcaram esses dias. Procurei o Grupo Rumo no Youtube e para minha surpresa achei essa trilha sonora de minhas noites nos estúdios da Estácio FM. Olhar pra frente é fundamental, mas recordar coisas boas é melhor ainda!

Ladeira da Memória e Estácio FM

Soube pelo Luiz Antônio Mello no Facebook que a Fluminense FM - A Maldita! faria 29 anos no dia 1 de março. Ouvia a Flu principalmente quando entrei na locução da Estácio FM em 1984. Fazia o horário até as 2 da manhã e algumas músicas da programação marcaram esses dias. Procurei o Grupo Rumo no Youtube e para minha surpresa achei essa trilha sonora de minhas noites nos estúdios da Estácio FM. Olhar pra frente é fundamental, mas recordar coisas boas é melhor ainda!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O livro vai sair!

Faz muito tempo estou tentando acabar de escrever meu livro. Sempre quando acho que está pronto, vem idéias novas e mudam os conceitos sobre algumas coisas. Leia agora um pedacinho do capítulo que fala da dúvida em ser radialista ou militar, como queria minha família:

"Em 1978 eu dormia com o rádio ligado em 102,9 e quando a Cidade FM voltava ao ar às seis da manhã eu já estava acordado. Na época, algumas rádios saíam do ar às duas da manhã por medida de economia para as emissoras. Existe muita gente “perdida” na madrugada. A audiência é grande. Quem já participou ou participa de algum programa nesta faixa horária sabe que a responsabilidade é grande. Ouvintes carentes, pessoas procurando alguma coisa que não sabem o que é, enfim, precisamos ter paciência pois também existem os ouvintes chatos. Esses são freqüentes. Precisam de carinho.


Só desligava o rádio quando ia para o curso pré-militar. Era hora dos meus pensamentos darem nó nas ruas do Centro do Rio de Janeiro. Ficava entre o sonho de trabalhar em rádio e a realidade que se formava no meu roteiro de vida. Ser ou não ser radialista? 


Cumprindo o programa do curso pré-militar, visitei algumas Academias Militares. É curioso o esforço dos cadetes, o estudo, a disciplina, a determinação dos militares, mas não era isso que queria. 
Em casa conversava com todos sobre minha vocação para radialista e a reação era sempre negativa. Entendo que queriam para mim uma segurança profissional e não a "corda bamba" de um mercado de trabalho. Só entendemos nossos pais depois que a vida nos dá filhos. 


Meu pai não acreditava muito nessa idéia fixa de entrar em rádio. Pais querem o melhor para os filhos. Eu com 13 ou 14 anos não entendia a razão da preocupação com carreira. 
O futuro eu já sabia. Eles não."

O livro vai sair!

Faz muito tempo estou tentando acabar de escrever meu livro. Sempre quando acho que está pronto, vem idéias novas e mudam os conceitos sobre algumas coisas. Leia agora um pedacinho do capítulo que fala da dúvida em ser radialista ou militar, como queria minha família:

"Em 1978 eu dormia com o rádio ligado em 102,9 e quando a Cidade FM voltava ao ar às seis da manhã eu já estava acordado. Na época, algumas rádios saíam do ar às duas da manhã por medida de economia para as emissoras. Existe muita gente “perdida” na madrugada. A audiência é grande. Quem já participou ou participa de algum programa nesta faixa horária sabe que a responsabilidade é grande. Ouvintes carentes, pessoas procurando alguma coisa que não sabem o que é, enfim, precisamos ter paciência pois também existem os ouvintes chatos. Esses são freqüentes. Precisam de carinho.


Só desligava o rádio quando ia para o curso pré-militar. Era hora dos meus pensamentos darem nó nas ruas do Centro do Rio de Janeiro. Ficava entre o sonho de trabalhar em rádio e a realidade que se formava no meu roteiro de vida. Ser ou não ser radialista? 


Cumprindo o programa do curso pré-militar, visitei algumas Academias Militares. É curioso o esforço dos cadetes, o estudo, a disciplina, a determinação dos militares, mas não era isso que queria. 
Em casa conversava com todos sobre minha vocação para radialista e a reação era sempre negativa. Entendo que queriam para mim uma segurança profissional e não a "corda bamba" de um mercado de trabalho. Só entendemos nossos pais depois que a vida nos dá filhos. 


Meu pai não acreditava muito nessa idéia fixa de entrar em rádio. Pais querem o melhor para os filhos. Eu com 13 ou 14 anos não entendia a razão da preocupação com carreira. 
O futuro eu já sabia. Eles não."