Nosso eterno diretor nos deixa.
O que acontece nos bastidores do rádio e também nos bastidores de minha rotina como carioca. Com bastante ironia, é claro...
Nosso colaborador Ricardo, nos enviou:

Todos os dias, a formiga chegava cedinho à rádio e pegava duro no trabalho. Só ia pra casa muito tarde. A formiga era produtiva e feliz. O coordenador de emissora, Sr. marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. Colocou uma barata, que tinha muita experiência em relatórios, mas não tinha entrado antes numa emissora, como supervisora de programação sênior.
O que me assusta como ouvinte é a falta de opções no dia carioca. Tenho gostado muito da Antena 1 pela manhã. Me surpreende a programação. Não é um primor de jornalismo. A Mix é mais para a parte da tarde, depois do almoço, indo ou vindo de carro. Gosto da programação e um pouco do humor (mesmo paulista). A MEC não dá pra ouvir, chiado não deixa. Paradiso é só até começar a Hora do Blush. Não consigo me divertir com as belas meninas. A OI FM parece que fumou maconha. Ouça cada coisa... A FM ODia não comento, não ouço. Beat98 toca uma boa e outra fora do meu "contexto", MPB acho chata, não dá pra ouvir pela manhã. Gosto muito do programa matinal "auto-ajuda" da Transamérica, dos apresentadores, me pego rindo das colocações inteligentes e dos textos "veneno". Vale acordar cedo, boa programação musical na Transa. Depois aquele casal que entra às 8 não me agrada. Bobos e paulistas demais. Falta rádio e sobra mp3, sobra CD no carro, Socorro! Quero meu Ipod!!
